Informações sobre as Origens das Famílias: Ataíde, (Athaydes), Gonzales, Espíndola, Mallmann, Rocha, Rosa, Otero, Real, Tubia, Feijó, Louzada, Pacheco, Rosteguy, etc...
domingo, 26 de dezembro de 2010
A Origem do Condado de Atouguia
Por: Fernando Engenheiro
A Fundação da Nacionalidade Portuguesa tem como exclusiva referência a conferência de Zamora com o príncipe Afonso Henriques, Afonso VII, rei de Castela e Leão e o Cardeal Guido de Vico, emissário do Papa Inocêncio II. N, em 1143, foi reconhecida a inde pendência de Portugal e dado a D. Afonso Henriques o título de rei.
Poucos anos depois, a 24/10/1147, Lisboa foi conquistada aos mouros com o auxilio dos cruzados, franceses e de outras nacionalidades, que se encaminhavam navegando para a Palestina (Terra Santa), onde pretendiam apoderar-se do túmulo de Cristo, há muito tempo na posse dos infiéis.
Com alguma dificuldade foi possível a D. Afonso Henriques negociar com os cruzados a sua participação nessa tão arriscada luta, que iria decidir a cimentação da nacionalidade portuguesa.
Para conseguir obter o seu auxilio na desejada conquista prometeu-lhes, entre outras benesses, a doação de terras em diversas áreas do pequeno país que tínhamos em formação.
Coube ao fidalgo francês Guilherme de La Corni a doação das terras de Tauria (Atouguia), o senhorio do seu importante porto e do seu frutuoso comércio e seus domínios, onde incluíam as ilhas de Peniche, Berlengas e Baleal.
A doação foi feita por carta do Rei Afonso e de sua mulher a Rainha Mafalda de Sabóia na era milésima centésima nonagésima sexta (ano cristão de 1158).
Tinha como garantia espiritual a seguinte imposição exigida por aquele monarca e esposa: “Se algum de nossos filhos ou filhas, ou quaisquer da nossa geração, quiser quebrar isto que estabelecemos seja maldito e excomungado e, como Judas traidor de Cristo, seja sepultado no inferno’. (Torre do Tombo, gaveta II, maço 7, n°12).
Guilherme morreu sem geração, pelo que o senho rio passou para seu irmão Roberto cuja descendência, ao longo dos anos, prolongou-se ainda por mais 4 gerações (filho, neto, bisneto e trineto) como consta em “Monarquia Lusitana”, parte 3, nota 9.
Mais tarde a doação, não se sabe como, entrou no patrimônio de Fernão Fernandes Cogominho, rico/homem que viveu no tempo de D. Afonso III (1248-1279) tendo desempenhado o cargo de alcaide de Coimbra. Casou com Joana Dias a quem, por sua morte, deixou o senhorio.
A posse por Joana Dias do senhorio recebido do seu marido não foi pacifica e foi contestada por el-rei Dinis. A contestação deu origem a um pleito com sentença favorável ao monarca. Assim, em 3/2/1307, o senhorio da Atouguia e seu termo voltaram à coroa.
D. Dinis (1279-1325), agora senhorio, fez doação do mesmo a sua mulher e rainha isabel de Aragão (a rainha Santa Isabel). Por sua morte herdou o senhorio seu neto D. Pedro.
D. Pedro ofereceu-o a sua mãe, a rainha vit D. Beatriz. D. Pedro habitou com frequência o Paço da Serra e mandou construir um palácio na povoação do Moledo, que lhe fica perto. Aí terá vivido por algum tempo Inês de Castro, que residia em Coimbra.
Por morte da rainha vit D. Beatriz, atacada pela peste que assolou o Pais, o senhorio foi herdado por seu neto D. Fernando. Este faz dele doação a Aires Gomes da Silva, por carta de 12/7/1370, com todos os seus direitos e rendas menos os da caça à baleia.
Em 1375, na Atouguia, no Largo da Igreja de S. Leonardo, o senhorio era da rainha D. Leonor Teles, com quem D. Fernando tinha casado em Setembro de 1372, (possivelmente por ser a praça principal onde todo o comércio era efectuado, além das repartições públicas ali concentradas). Este bem fez parte do dote de seu casamento.
Por morte de D. Fernando, ocorrida a 23/10/1383, estava a herdade de Atouguia e seus domínios em poder daquele monarca, ficando a vit governadora do Reino.
Sucedeu-lhe D. João I, de Boa Memória, a 6 de Abril de 1385, o qual foi jurado Rei pelas Cortes realizadas no Convento de S. Francisco, em Coimbra, e que, pouco depois, a 14 de Agosto do mesmo ano, na batalha de Aljubarrota, assegurou a posse da coroa.
No primeiro ano do seu reinado D. João I fez doação, por carta de 4/9/1385, a João Roiz da Mota, documento que passo a transcrever em apontamento resumido:
“João Roiz da Mota, nosso vassalo e querendo-lhe conhecer e galardoar com mercê, como cada um rei é teúdo de fazer àqueles que o bem e verdadeiramente servem, querendo-lhe fazer graça e mercê de livre vontade, de ciência e poder absoluto, lhe damos e fazemos pura doação que valerà deste dia para sempre, por juro e herdade para ele e para todos os que dele descenderem por linha direita a nossa vila da Atouguia, com todos seus termos e alcaidaria dela com todas as suas rendas e direitos e pertenças, assim por aquela guisa que nôs havemos e de direito devemos haver”.
Desconhece-se o efeito que esta carta de doação teve pois pouco tempo depois tudo estava novamente em poder da Coroa (talvez por não haver descendentes de linha directa ou, possivelmente, os herdeiros com direitos se entregassem a vida religiosa e prescindissem dos bens materiais).
D. João I fez ainda doação a seu filho D. Fernando do senhorio do porto da vila e a D. Nuno Alvares Pereira dos direitos e rendas que tinha sobre a vila, pela sua intrepidez nas guerras com a Espanha.
Trata-se do Infante D. Fernando que foi o 2. duque de Viseu e I. duque de Beja e que, tendo ficado em Tanger como refém pela prometida restituição de Ceuta, a faleceu.
Por morte do rei que ficou conhecido por “o da Boa Memória” sucedeu no trono seu filho D. Duarte, aos 42 anos de idade em 1433, que também foi Senhor absoluto de todos estes domínios.
Seu filho D. Afonso V nasceu a 15/1/1432 e tinha apenas seis anos quando seu pai faleceu. Recebeu a sucessão mas a sua menoridade não lhe permitiu assumi-la, pelo que foi seu tio D. Pedro, duque de Coimbra, filho de D. João I e de D. Filipa de Lencastre que assumiu a regência do reino até à maioridade do rei seu sobrinho.
D. Pedro nasceu em 1392 e morreu na batalha de Alfarrobeira em 20/5/1449.
Entretanto D. Afonso V havia celebrado matrimônio com sua prima Isabel, filha do infante D. Pedro e de D. Isabel, duques de Coimbra. Os esponsais realizados em Óbidos, em 1441 , foram confirmados em Santarém em 1447. No dote de casamento a favor da esposa estavam incluídas as vilas que tinham pertencido à rainha D. Leonor de Aragão, esposa de D. Duarte, falecida em Toledo a 25 de Fevereiro de 1445, excepto Atouguia e seus domínios, a confrontar com os limites de Óbidos, estes instituídos nos referidos bens.
Foi D. Afonso V um dos soberanos que ao longo do seu reinado mais benesses e mercês concedeu à fidalguia que o serviu.
Foi ele que quis fazer de ATOUGUIA um CONDADO,uma espécie de pequeno Estado dentro do grande Estado, no qual o seu governante gozaria de uma certa autonomia.
ALVARO GONÇALVES DE ATAÍDE
natural do Algarve, filho de Martim Gonçalves de Ataíde, alcaide-mor de Chaves, e de D. Mécia Vasques Coutinho, aia dos infantes filhos de D. João I, por carta de 17 de Dezembro de 1448, D. Afonso V fez doação da vila da Atouguia, com seu castelo, termo, toda a jurisdição e padroado, elevando-o assim a CONDE da mesma vila. Depois desta nomeação passou a chamar-se D. ALVARO GONÇALVES DE ATHAIDE, como consta da carta de 5 de Março de 1450 de confirmação do contrato de casamento (Misticos L°3°, fls.74 e 110).
Esta nomeação foi justificada pelas suas extraordinárias qualidades e pelos valorosos serviços prestados ao seu país. Álvaro Gonçalves de Ataíde havia estado ao serviço do Infante Duque de Coimbra com quem combateu na Bósnia apoiando o Imperador Segismundo, participou na tomada de Ceuta e na expedição que, três anos depois, dirigida pelo Infante D. Henrique, o “Navegado ali voltou para o “descerco” da mesma cidade, foi um dos representantes de Portugal no Concilio de Constança, de que resultou a unificação da Igreja sob um único Papa, e foi aio do infante D. Afonso futuro rei.
Cito algumas referências que lhe são feitas em diversa documentação, esclarecendo previamente o seguinte: Em 1422, em 12 de Agosto, D. João I, estando em seus paços na Vila de Óbidos, determinou que todos os documentos públicos em Portugal passassem a ser datados não pela era de CESAR, mas pela era do NASCIMENTO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO. A diferença entre as duas eras é de trinta e oito anos. Assim o ano que corna era o de 1460 pela Era de César e passou a sen o de 1422 pela Era de Cristo.
1420 - Alvaro Gonçalves de Ataíde, do conselho e governador da casa do infante D. Pedro (filho de D. João I) e alcaide do castelo de Monforte de Rio Livre, obtém carta em 10 de Outubro para cinquenta homiziados poderem viver na vila e povoá-la.
1425 - D. Pedro, por carias de 15 de Junho doa a Alvaro Gonçalves de Ataíde, pelos serviços por ele prestados como seu cavaleiro e do conselho de seu pai e governador de sua casa, os casais da Chança e do Carvalhal, no termo da vila de Penela e o lugar de Cernache.
Alvaro Gonçalves de Ataíde mostrou o privilégio que lhe fora dado por D. João I que é do teor seguinte:
Alvaro Gonçalves de Ataíde, do nosso conselho e regedor da casa do infante D. Pedro, meu filho, carta de privilégio para seus caseiros, lavradores, amos e mordomos. Dada em Lisboa a 8/10/1425. Carta confirmada em Santarém a 24/10/1440 por D. Afonso V.
Em 1445 armou uma das 26 caravelas que se destinaram a Guiné e da qual era capitão João de Castilha, juntamente com uma caravela de Picanço e outra de Tavira, esteve em Palma e na Gomeira, onde realizou proezas várias com a ajuda de dois capitães, Bruco e Piste, que ali residiam e se tornaram servidores do Infante. Foi cavaleiro da Ordem da Espada e, como acima refiro, aio do próprio rei D. Afonso V.
Casou na Era de César 1450 (1412) em Lisboa, por carta de arrás, com D. Guiomar de Castro, que foi aia da Infanta D. Leonor (depois Imperatriz da Alemanha), filha de D. Pedro de Castro, senhor do Cadaval e de sua mulher, D. Leonor Teles de Meneses.
Fundou esta ilustre Condessa de Atouguia, depois de viúva o Convento de Santa Maria de Jesus em Xabregas. Tomaram dele posse os religiosos no dia 17/4/1460. El-rei D. Afonso V e grande parte da fidalguia assistiram a este solene acto.
Ali mandou construir jazigo para os Atouguias, seus descendentes que, por gerações que se seguiram, foram proprietários do seu padroado.
Também o então oratório chamado “da Fontinha”, nome primitivo dado ao já extinto Convento de São Francisco em S. Bernardino, foi objecto da sua generosa contribuição para poder concretizar a construção daquela casa de oração em terreno oferecido por Pedro Alvares, tabelião da vila da Lourinhã.
E de salientar a valiosa contribuição que deu na época para as grandes obras de conservação e alguma remodelação na Igreja de São Leonardo, em Atouguia da Baleia. É-lhe atribuída a construção do coro existente ao fundo da nave central, encostado à parte interior da fachada sobre a porta principal (eliminado aquando das obras de restauro da igreja executadas pela Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais na década de 1970). A construção do coro é testemunhada por uma lápide gótica que a ele se refere, e tem a data de 1463, que existiu colocada na primeira coluna daquele templo no lado da epistola (hoje exposta num dos altares laterais sem qualquer fixação).
Faleceu D. Alvaro na era de Cristo de 1452, sendo seu corpo depositado num mausoléu construído para o efeito na Capela Mor da Igreja de S. Leonardo de Atouguia, sede espiritual do seu Conda do, acima do quai foi colocada uma inscrição gravada em caracteres góticos encimada pelo Brasão dos Ataídes.
Sua mulher D. Guiomar de Castro, Condessa de Atouguia, foi a sepultar no Convento de Santa Maria de Jesus em Xabregas, por ela mandado construir.
(Continua no próximo número)
domingo, 13 de dezembro de 2009
Origem do Sobrenome Gonzales: Definições
Este tipo de sobrenomes já tem a característica de que as diversas linhagens que mostram que não têm a menor relação uns aos outros, que muito freqüentemente se uniu a isso, ele completou ele e que, regra geral, correspondeu à vilas, castelos, territórios etc, que conquistou a uma caudillado chamado apenas González.
Mas coube a primitivas González, como ponto de origen e no tronco comum de diferentes ramos e famílias, passamos a ser quando todas as tratadistas ou não estão de acordo neste ponto. Pois, os lotes eram primitivas na Serra do Leão, para outros, em Astúrias e ainda são deixados aqueles que sustentam que González vem de Jaca, na província de Huesca. Ele existe, que afirma que González vem contar de Fernando González "O Negro", que estava coligado com o carro, Magno.
Este Fernando Negro parece ser que ele foi cavalheiro da Casa Solar dos González no vale do Jivaja, na Serra do Santander, e que acompanhou a Don Pelayo nos primeiros tempos da Reconquista, desde que ele foi um dos administrados um juramento nobre em Covadonga, em cuja batalha mais tarde foi um dos seus heróis mais proeminentes.
Mas a Heráldica ajuda a compreender e ainda para esclarecer muitos episódios da história, não vai ser de mais fazer algumas considerações sobre esta batalha. Um hatalla afirma que essa foi a primeira vitória na Reconquista Cristã da Península Ibérica, no ano 722, mas é que a circunstância ocorre que o seu alcance histórico tem sido amplamente debatido. Em nenhum dos muçulmanos crónicas do tempo nesta batalha de Covadonga aparece para nada. É como se não tivesse existido.
Durante muito tempo, entre os cristãos abrigados nas montanhas asturiano esta batalha não é mencionado qualquer um. Claro que não é nem muito o que fala de Don Pelayo e seus seguidores. É como se um será um símbolo, mas sem maior importância.
Ele deve chegar a tempo de Afonso III de Leão (866-910) quando chamado "Crônicas Albedelse" e um de Afonso III são apresentados por escrito em si, de modo que, com base no mesmo cronistas tentam estabelecer uma continuidade entre a monarquia Visigoda eo reino de Asturias aqui, na verdade aqui, onde pela primeira vez, parece que a lenda da batalha de Covadonga. Pela maneira que essas duas crônicas, se assemelham a uma novela de cavalaria: O seqüestro da irmã de Don Pelayo pelos muçulmanos, o refúgio de um presente nas montanhas, para as suas arengas Astures é contada nos mesmos e, finalmente, o encontro na caverna de Santa Maria (Cova Dominicana). Antes de entrar na batalha, os seguidores muçulmanos que não acrescentou nada menos de 200.000 homens, segundo a crónica de Afonso III, o caudilho muçulmano entra em negociações com Don Pelayo para que ele se rende e como este se recusar, entra em combate. Em quantos homens contados Don Pelayo de ser contra os muçulmanos para 200.000. Mas é que, segundo a crônica mencionada, que veio a ser é que durante a batalha de Covadonga, as flechas pelos mouros Arqueros tornou-se contra eles próprios, causando perda terrível de vida para eles. Isto, naturalmente, soa a lenda, e é o que tem causado muito diversas interpretações gráficas histórico. No século XVIII, não foram poucos aqueles que tem a duvidar da autencidade desta batalha, e ele foi alcançado mais, porque a dúvida prorrogado até a existência de Dom Pelayo. A fim de esclarecer o jargão pura, colocadas na diagonal o crítico histórico do professor Sanchez Albornoz que deixou reduzida episódio leste a seus termos direita. Tinha que ser uma emboscada tendiam pelos cristãos aos muçulmanos e nada mais. Um simples escaramuça entre dois grupos relativamente pouco numerosos.
Mas o que sim é perfeitamente claro é que na batalha, conflito, ou como se queira chamar ele, o cavaleiro participou mencionado anteriormente, Don Black Fernando, que já era conhecido dele como o cavalheiro da Casa Solar González de seus feitos e que teve de ser elevada quando ele merecia ser mencionado na tarde narra a batalha mencionada. González que o formou uma linhagem muito digna de considerar não só pela sua nobreza, mas pelos feitos de muitos de seus membros, eles vão ser o suficiente para mencionar alguns exemplos: Don Gil González Dávila, descobridor do Lago de Nicarágua e fundador virtual do presente país, quando desembarcar no território do cacique Nicarao, que deu o nome a esses terra na Nicarágua. No início ele era contabilista, em Santo Domingo, mas no ano de 1511 realizou uma expedição juntamente com Pedro Niño para explorar o mar do sul.
Depois da aventura nicaraguense, em 524 iniciou uma outra expedição pela costa de Honduras o presente, mas nesta ocasião ele bateu contra os interesses de Pedrarias Dávila e Hernán Cortés. Embora à primeira vista a um acordo com Olid, o enviado de Hernán Cortés, depois, foi parado e levar para o México, em posição de liberar retornou à Espanha, onde morreu, resolvendo desta forma lamentável, para ele, o processo judicial que manteve com o conquistador da Nova Espanha. González não se pode esquecer que a Dom Pedro de Mendoza, nobre castelhano que se manteve fiel ao rei D. Pedro, chamado de "Cruel" e outros "um Justiciero", até o ano 1366 foi para o lado de Don Enrique de Trastâmara. Prisioneiro pelos soldados foi tirada do rei Don Pedro, que cuidar dos fundamentos do Príncipe Negro, deixou-o em liberdade. A partir desse momento tornou-se um homem de confiança de Don Enrique de Trastâmara e quando este prevaleceu, por meio da morte, na sua mãos de D. Pedro, que recebeu inúmeros Mercedes. Ano de 1385, entrou com as tropas de Castela que invadiram Portugal e morreu na batalha de Aljubarrota. Em que se fala em outro nome, cujo González está escrito na história excepcionalmente, Don Pedro González de Mendoza, era o quinto filho de Iñigo González de Mendoza, Marquês de Santillana.
Ele foi bispo de Calahorra, Sigüenza, e arcebispo de Sevilha. Conselheiro do rei Enrique IV. Turned defensor da princesa Isabel, quando este chegou ao trono de Castela, juntamente com seu marido, o rei Fernando (Reis Católicos) tinham um um grande ascendente em ambos os monarcas. Na questão religiosa sempre partidário dos direitos de Corona foi sobre os da Igreja e estava em oposição à política de dureza de Torquemada e Santa Inquisición. O último nome González aconteceu rapidamente para o Novo Mundo e são várias as nações americanas, onde é muito alargado: Assim, no México, onde há a contagem entre a González políticos e militares de alta altitude, como Enrique González, o grande poeta mexicano, Emiliano Navero, uruguaios políticos proeminentes, Manuel González Prada, escritor peruano, Ignacio González, militar salvadorenho, Ramón González, militar e político colombiano, etc Muitas linhagens da nobreza González provou inúmeras vezes o seu último nome, para entrar Ordenes Militar, em Real, a Chancillerías de Valladolid e Granada e na Real Audiência de Oviedo
Fonte: http://www.misapellidos.com/
Curiosidades do Sobrenome Gonzalez
Na Espanha é o segundo sobrenome mais comum (depois Garcia), 2,08% do último nome da população está Gonzalez.
Na América é o sobrenome mais comum no México, Chile, Paraguai , Venezuela e Argentina.
No Estados Unidos ocupa o número 38 na lista dos mais comum sobrenomes hispânicos ou comum. Nos Estados Unidos da América geralmente escreve o roteiro Gonzalez (sem til, devido à influência de Inglês).
Em América às vezes usado como o nome Português: Gonzales. Provavelmente devido à identidade de som de "z" com "s" nessas regiões.
Este nome é patronímico e deriva do nome pessoal de Gonzalo, muito comum em toda a Idade Média.
Este tipo de sobrenome é o recurso que possuem diferentes linhagens não têm relação entre si, como foi frequentemente associada a outro para completá-lo e que geralmente correspondia ao moradias, castelos, terras, etc. ele conquistou a única pessoa nomeada Gonzalez.
Mas, se mantivermos o Gonzalez original, como a origem eo estoque comum dos vários ramos e as famílias vêm para descobrir que nem todos os escritores estão de acordo sobre este ponto.
Para alguns, o sol estava adiantado no Mountain Lion, para outros, em Astúrias e há aqueles que argumentam que
sábado, 24 de outubro de 2009
Os Primeiros Ataíde, Athaydes no Brasil
No Brasil: Numerosas foram as família, que passaram com este sobrenome para diversas partes do Brasil, em várias ocasiões. Não se pode considerar que todos os Ataídes existentes no Brasil, mesmo procedentes de Portugal, sejam parentes, porque são inúmeras as famílias que adotaram este sobrenome pela simples razão de ser de origem geográfica, ou seja, tirado do lugar de Ataíde.
O mesmo se aplica no campo da heráldica; jamais se pode considerar que uma Carta de Brasão de Armas de um antigo Ataíde, se estenda a todos aqueles que apresentam este mesmo sobrenome, porque não possuem a mesma origem.
No Rio de Janeiro: Uma das mais antigas famílias com este sobrenome, procede de João de Ataíde, nascido por volta de 1619, que deixou descendência do seu casamento com Domingas Gonçalves. Em São Gonçalo, Município do Estado do Rio de Janeiro, entre as mais antigas, está a de João de Ataíde Freire, que deixou geração, em São Gonçalo, do seu casamento, por volta de 1650, com Domingas da Fonseca. Foram pais de Maria de Ataíde, casada a 12 de janeiro de 1673 em São Gonçalo, com Afonso Vaz da Veiga; e de Marta de Ataíde, casada a 22 de outubro de 1679 em São Gonçalo, com Manuel Luiz Cardoso, filho de Paulo Cardoso de Azevedo.
Com a grafia Athaydes, o mesmo que Ataíde (v.s.). Há, na atualidade, diversas famílias com este sobrenome estabelecidas na cidade do Rio de Janeiro/RJ. Importante família, de origem portuguesa estabelecida no Vale Médio do Paraíba, Estado do Rio de Janeiro, à qual pertence o major Lourenço Luiz de Athayde (nascido cerca de 1830, na Freguesia de São João do Souto, Arcebispado de Braga, Portugal, e falecido em 1867, em Vassouras/RJ), onde exercia a profissão de advogado provisionado (solicitador).
Cavaleiro da Ordem da Rosa. Deixou numerosa descendência do seu casamento com Maria Jacinta de Jesus Pantaleão.
Entre os seus descendentes, cabe registrar o bisneto, o importante genealogista José Botelho de Athayde (nascido em 03 de fevereiro de 1916, em Macaé/RJ, e falecido em 09 de novembro de 1974, em Cruzeiro/SP), mais conhecido por J.B. de Athaydes
Em Pernambuco: Entre as mais antigas, está a de Diogo de Athayde, morador na Vila de Serinhaém, nascido por volta de 1655 [Borges da Fonseca, I, 203]. Foram avós de Antônio de Ataíde de Albuquerque, que serviu na Guerra Holandesa. Achava-se em 1635 na defesa de Serinhaém, de onde saiu ferido, em quatro batalhas navais e nas duas de Guararapes. Por esses serviços foi nomeado juiz de órfãos de Serinhaém em 28 de maio de 1656.
No Pará: Entre as mais antigas, registramos a de Bartolomeu Barreiros de Ataíde, nomeado, em 1649, a Capitão-Mór de uma grande bandeira para descoberta das minas do rio Agurico ou do Ouro.
Na Bahia: Existe um grande tronco genealógico com este sobrenome estabelecido na Bahia, que procedem do Coronel Leandro Antônio Athayde (1742-1815), de quem descendem os “Athayde Santos; Castro Athayde; Athayde Pereira; Spinola Athayde, Pinto Athayde, etc. Ainda, na Bahia, a família de Domingos Mendonça de Athaide, proprietário de uma loja de modas, em 1881. na rua Conselheiro Dantas, em Salvador.
No Rio Grande do Sul: Em Pelotas; Existe o tronco iniciado por Manoel de Athaydes (1826, + 25/04/1912) e Maria Ritta da Conceição, (bisavós de Baltazar Sidnei de Athaydes Gonzales, autor deste trabalho).
Linha Natural: Em Minas Gerais, por exemplo, Matias da Costa Ataíde, natural de Ouro Preto, é filho natural de Ana da Conceição, foi casado em 1803, Itajubá/MG, com Rosa Maria, filha de José da Costa Camargo e Catarina de Sene [Monsenhor Lefort – Itajubá]
Linha Indígena: em Pernambuco: A família de Gaspar Dias de Athayde [cerca de 1549], estabelecido em Serinhaém, que ainda vivia em 1580, em Olinda. Deixou geração do seu casamento com Brites de Albuquerque, filha de Jerônimo de Albuquerque e da índia Maria Arcoverde, patriarcas de um dos ramos da importante família Albuquerque (v.s.), de Pernambuco. [Borges da Fonseca, I, 32]
História da Família Athaydes
Este sobrenome/apelido foi tomado no século XIII, do “solar” da “família”, que era a Torre e Quinta de Ataíde, na freguesia de São Pedro, Concelho de Santa Cruz de Tâmega, no Minho, Portugal (Carrafa, XII, 205)
É incerta a origem desta família porque os genealogistas divergem nas suas opiniões, pretendendo alguns que provenha do grande Egas Moniz, aio do rei D. Afonso Henriques, sem contudo concordarem acerca de qual fosse o filho de quem descendem.
Origem Geográfica: Lugar do Minho (Portugal)
Do Germânico: Gótico atta, que significa “pai”, e hildis, que signifca “luta” (Antenor Nascentes, II, 30)
Da família de Ataíde saíram importantes casas e esclarecidos varões


